Aprendizado Espírita
Textos e ferramentas para aprender, ensinar e divulgar o Espiritismo
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05/01/2016 21h50
E - EPE - ESTUDO PESSOAL DO ESPIRITISMO


SUMÁRIO

 

APRENDIZADO ESPÍRITA

CAPÍTULO I - ESTUDO PESSOAL DO ESPIRITISMO

MÓDULOS VINCULADOS

LINKOTECA

VIDEOTECA

BIBLIOTECA DIGITAL

BIBLIOGRAFIA


APRENDIZADO ESPIRITA

Amai-vos e instruí-vos.

(Mandamento dado a Allan Kardec pelo Espírito Verdade)


Aprendizado Espírita é resultado da prática pessoal e da visão do autor quanto ao estudo, ao ensino e à divulgação do Espiritismo, e objetiva compartilhar textos, apresentações, técnicas, ferramentas, informações e referências sobre livros, cursos e sites para quem quer aprender a Doutrina Espírita e/ou divulgá-la por meio de reuniões de estudo, palestras ou textos didáticos.

Este site foi concebido e estruturado segundo o que o autor entende por Saber Doutrinário Espírita, qual seja

Conjunto das informações e do conhecimento, das experiências e das práticas, dos procedimentos e das técnicas acumulado pelos adeptos do Espiritismo no aprendizado teórico e na aplicação prática dos postulados de sua crença.

Para saber mais sobre o conceito de 

  • SABER DOUTRINÁRIO ESPÍRITA, a
  • GESTÃO DO CONHECIMENTO ESPÍRITA e a
  • ESTRUTURA DESTE SITE,​​​ clique (aqui)

Antônio Carlos Guimarães

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CAPÍTULO I - EPE - ESTUDO PESSOAL DO ESPIRITISMO


Introdução

 O conhecimento do Espiritismo, conforme o herdamos de Allan Kardec e dos eminentes cooperadores do mestre, como Léon Denis, Gabriel Delanne, Alexander Aksakof, Cesare Lombroso, Ernesto Bozzano, somente para citar alguns, liberta o ser humano dos atavismos infelizes que o retém na retaguarda, oferecendo-lhe o abençoado campo terrestre de lutas em favor do aperfeiçoamento moral. Estudar, portanto, o Espiritismo, para vivê-lo integralmente, consciente da finalidade existencial, é o compromisso que firmamos no Grande Lar antes do retorno ao corpo físico.

DIVALDO P. FRANCO. Reformador, out/2007


 Instrutor Guima

Quem pretende estudar Espiritismo deve saber que isso é um trabalho artesanal de ler, observar e anotar muito, como nos recomendou o escritor e expositor espírita Deolindo Amorim. 

Mas não se pense que o avanço tecnológico textos on-line, e-books, editores de textos — superou o caminho acima, apontado por Amorim. A informática e a internet mudaram a forma de ler, de observar, de pesquisar, de anotar, agilizando e facilitando enormemente as tarefas, mas não dispensam o trabalho árduo e paciente de quem se propõe a estudar e aprender com método.

E o Espiritismo exige método, pois se trata de uma doutrina que oferece contribuição a todos os ramos do conhecimento (A. Kardec), tem pontos de contato com diversas ciências (D. Amorim) e nos auxilia na compreensão de uma nova visão do homem e do mundo — nas relações pessoais, sociais, culturais, e, mais ainda, com os seres espirituais desencarnados.

Pois bem, nesta seção você encontrará dicas, instruções e ferramentas que poderão ajudá-lo nessa tarefa.

Bom proveito.

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Tábua de assuntos

Nesta Seção E - ESTUDO PESSOAL D0 ESPIRITISMOvamos tratar dos seguintes temas:

  • Ferramentas eletrônicas para estudar o Espiritismo
  • Guia de estudos, índices de obras espíritas, materiais de referência
  • Técnicas de documentação como forma de estudo, hábitos e técnicas práticas de documentação pessoal, documentação espírita, modelos de fichas

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MÓDULOS VINCULADOS


 A informação está cada vez mais ao nosso alcance. Mas a sabedoria, que é o tipo mais precioso de conhecimento, essa só pode ser encontrada nos grandes autores da literatura. Esse é o primeiro motivo por que devemos ler. O segundo motivo é que todo bom pensamento, como já diziam os filósofos e os psicólogos, depende da memória. Não é possível pensar sem lembrar – e são os livros que ainda preservam a maior parte de nossa herança cultural. Finalmente, e este motivo está relacionado ao anterior, eu diria que uma democracia depende de pessoas capazes de pensar por si próprias. E ninguém faz isso sem ler.


HAROLD BLOOM


Instrutor Guima

Caro(a) leitor(a),

Antes de iniciar o estudo desta Seção E, é recomendável que você leia os materiais disponíveis nas Seções A (aqui) e D  e (aqui), pois quem pretende de fato estudar tem de organizar-se para isso e conhecer técnicas que facilitam ler, redigir, estudar, anotar, resumir.

Pois bem, os módulos vinculados a esta Seção E - ESTUDO PESSOAL DO ESPIRITISMO (EPE) estão nos links abaixo.


E1 - MÓDULO A documentação bibliográfica no estudo pessoal da Doutrina Espírita

Instrutor Guima

O Módulo E1A documentação bibliográfica no estudo pessoal da Doutrina Espírita, desta Seção E - ESTUDO PESSOAL DO ESPIRITISMO (EPE), dá o conceito de documentação, fala da técnica de documentação como forma de estudo, e dos hábitos e técnicas práticas de documentação pessoal, da documentação espírita e de alguns fichadores espíritas clássicos, e traz, também, sugestões para a formação de um guia de estudos, a utilização de um índice da obra básica da Codificação e modelos de fichas de estudo e leitura, arquivo de documentação pessoal.

Para acessá-lo, clique (aqui)

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E2 - MÓDULO Guias de estudo

Instrutor Guima

Se quiser um Guia de estudos, você pode adotar (ou adaptar) um dos modelos sugeridos abaixo:

  • GEDE - Guia de Estudos da Doutrina Espírita, deste autor - (aqui)
  • Guia para Estudo da Doutrina Espírita, da AEEV - (aqui)
  • Guia para Conhecer e Estudar a Doutrina Espírita, de Ivan R. Franzolin - (aqui)

E3 - MÓDULO - Onde Encontro - Ferramentas para estudar e divulgar o Espiritismo

Neste MÓDULO E3 estão diversas ferramentas eletrônicas úteis para estudar e divulgar o Espiritismo. (aqui)


E4 MÓDULO Materiais auxiliares

  • Ler e aprender melhor - clique (aqui) 
  • Ler e escrever melhor - clique (aqui)
  • Organizando um fichário de leituras espíritas - clique (aqui)

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Os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz. 
PAULO, Romanos 8:5, 


LINKOTECA

  • A Importância do Conhecimento – Ler, estudar e pesquisar - Orson P. Carrara (aqui)
  • Como estudar o Espiritismo - Paulo Roberto Wollmer (aqui)
  • Novo no Espiritismo? Veja a melhor maneira de começar… AEAK (aqui)
  • Qual a primeira obra espírita que deve ser lida? Paulo da Silva N. Sobrinho (aqui)

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VIDEOTECA

  • A importância do Estudo da Doutrina Espírita - Carlos Alberto Braga Costa (aqui)

BIBLIOTECA DIGITAL

Veja obras espíritas disponíveis on-line (aqui)

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BIBLIOGRAFIA

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Publicado por ALGuimaraes em 05/01/2016 às 21h50
 
05/01/2016 21h49
F - ADE - APRENDIZADO DIDÁTICO DE ESPIRITISMO

As portas do Céu permanecem abertas. Nunca foram cerradas. Todavia, para que o homem se eleve até lá, precisa de asas de amor e sabedoria.

(EMMANUEL. Pão Nosso)


SUMÁRIO

APRENDIZADO ESPÍRITA

CAPÍTULO I - APRENDIZADO DIDÁTICO DE ESPIRITISMO

MÓDULOS VINCULADOS

​LINKOTECA

VIDEOTECA

BIBLIOTECA DIGITAL

BIBLIOGRAFIA

CONTEÚDO DOS TEMAS


APRENDIZADO ESPIRITA

Amai-vos e instruí-vos.

(Mandamento dado a Allan Kardec pelo Espírito Verdade)


Aprendizado Espírita é resultado da prática pessoal e da visão do autor quanto ao estudo, ao ensino e à divulgação do Espiritismo, e objetiva compartilhar textos, apresentações, técnicas, ferramentas, informações e referências sobre livros, cursos e sites para quem quer aprender a Doutrina Espírita e/ou divulgá-la por meio de reuniões de estudo, palestras ou textos didáticos.

Este site foi concebido e estruturado segundo o que o autor entende por Saber Doutrinário Espírita, qual seja

Conjunto das informações e do conhecimento, das experiências e das práticas, dos procedimentos e das técnicas acumulado pelos adeptos do Espiritismo no aprendizado teórico e na aplicação prática dos postulados de sua crença.

Para saber mais sobre o conceito de 

  • SABER DOUTRINÁRIO ESPÍRITA, a
  • GESTÃO DO CONHECIMENTO ESPÍRITA e a
  • ESTRUTURA DESTE SITE,​​​ clique (aqui)

Antônio Carlos Guimarães

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CAPÍTULO I - APRENDIZADO DIDÁTICO DE ESPIRITISMO


Introdução

Ao longo de minha experiência de instrutoria espírita, desenvolvi um conjunto de palestras, que denomino de "sintético-niveladoras", objetivando a dar uma visão de conjunto de toda a estrutura doutrinária, acentuando as questões mais fundamentais.

Chamo-as sintéticas porque resumem pontos doutrinários essenciais, e niveladoras porque possibilitam colocar no mesmo nível os diferentes graus de conhecimentos de adeptos, conduzindo o conjunto da turma a um mínimo desejável de informações e conhecimentos doutrinários.

Essa visão sistematizada, cumulativa, cosmogônica da Doutrina Espírita constitui um conjunto de APRENDIZADO DIDÁTICO DE ESPIRITISMO e possibilita uma espécie de "revisão/reciclagem", com vista a não permitir a fragmentação de pontos doutrinários estudados pessoalmente pelos adeptos ou aprendidos esporadicamente por eles em reuniões públicas ou de estudos.

O objetivo geral desse conjunto de palestras é:

Facilitar ao iniciante a visão de conjunto de pontos fundamentais do Espiritismo, e, para muitos outros adeptos já iniciados, a conexão de pontos fragmentados que eventualmente conheçam, mas não consigam ligar numa visão totalizante.

A metodologia é a de exposição dialogada, sendo cada reunião antecedida por distribuição de uma página de texto e de um mapa mental, sobre o tema a ser enfocado. Esses esquemas e diagramas – ou modelos – são uma simplificação da realidade ou da ideia que se quer exprimir, Eles possuem limitações, mas servem para a finalidade a que se propõem: introdução didática, visão de unidade, ponto de partida para aprofundamento posterior dos temas. 

Na página de texto indicam-se também referências bibliográficas mínimas e links encurtados para:

  • resumo escrito dos pontos principais da palestra
  • Apresentação PowerPoint utilizada na reunião
  • materiais complementares à palestra: textos, vídeos, bibliografia, glossário, etc.

​Veja modelo da página de texto (aqui).

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As Aulas de Espiritismo

A Tribuna do Movimento modificou-se sensivelmente sob a pressão do seu exemplo: em lugar da oratória nos moldes convencionais, que se arrimava em padrões de eloquência, ora ao figurino sacro, ora ao estilo parlamentar, de comemorativos sociais etc., Deolindo inaugurou um estilo muito seu, que fez escola e difundiu-se. As aulas de Espiritismo. Ouvindo-o tinha-se a impressão de ter voltado aos tempos escolares, o ambiente do Centro convertia-se numa sala de aula. Era um estilo professoral, comedido, pausado, didático, sem arroubos, mas que transmitia com segurança, que é o que importa. Era o que projetava aonde quer que fosse. Não era propriamente o orador mas o professor, o mestre, pontificava como se estivesse à frente de uma classe, lecionando.

KRISNAMURTI C. DIAS. Deolindo Amorim, Sua Vida, Sua Obra.


A Editora Circulus, departamento editorial do Círculo Espírita da Oração, de Salvador-BA, lançou no final do ano passado uma obra para quem gosta de estudar o Espiritismo com seriedade.



Trata-se do Cadernos Doutrinários - Preleções para o Estudo do Espiritismo, reunindo aulas semanais proferidas pelo escritor baiano Deolindo Amorim (1906-1984), no Centro Espírita 18 de Abril, fundado por ele, em 1946, do qual foi seu primeiro presidente.

São cinco cadernos abrangendo os seguintes temas:

  • Caderno 1: Deus, Matéria, Origem das Coisas, Criação do Universo;
  • Caderno 2: Noções de História da Filosofia, Princípios Gerais do Espiritismo;
  • Caderno 3: Fenomenologia, Doutrina (Noções Gerais, Posição do Espiritismo na escala dos conhecimentos, Relações entre o Espiritismo e outros ramos do conhecimento, Noções relativas à parte histórica do Espiritismo, Estudos Complementares);
  • Caderno 4: Didática Espírita, Mentalidade Espírita, Conhecimento empírico e conhecimento metódico, Etapas do Conhecimento, Atualidade da Codificação de Allan Kardec, Caráter da Doutrina Espírita;
  • Caderno 5: Origem, Plano e Conteúdo do Livro dos Espíritos, Relações do Livro dos Espíritos com as outras obras da Codificação do Espiritismo, Unidade da Doutrina, Leituras, Estudos Complementares, Literatura

​Referências 

Jornal Abertura - Jan/2001

O Livro dos Espíritos e seus desdobramentos (aqui)


Aula Resumida de Conceitos da Doutrina Espírita

Aula Resumida de Conceitos de Doutrina Espírita abre a Série Aprendizado Didático de Espiritismo (ADE), e pode ser examinada no link abaixo:

  • Aula Resumida de Conceitos da Doutrina Espirita - aqui

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Tábua de assuntos

 Nesta Seção F - ADE - APRENDIZAGEM DIDÁTICA DE ESPIRITISMO, apresentamos as Palestras da "SÉRIE ADE", cuja lista dos TEMAS com um RESUMO do conteúdo pode ser vista (aqui).

Abaixo segue a lista dos TEMAS das Palestras da "SÉRIE ADE": 

  1. ​O ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA ​​
  2. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA DOUTRINA ESPÍRITA
  3. A AUTORIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA
  4. A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ DO OCIDENTE
  5. ORIGEM MEDIÚNICA DAS RELIGIÕES
  6. ASPECTOS DO ESPIRITISMO NOS TEXTOS BÍBLICOS
  7. ASPECTOS ESPÍRITAS DA VIDA DE PAULO, APÓSTOLO
  8. OS ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO UNIVERSO
  9. A EVOLUÇÃO DO PRINCÍPIO INTELIGENTE
  10. FENÔMENOS ESPÍRITAS - ANIMICOS E MEDIÚNICO
  11. PARAPSICOLOGIA E ESPIRITISMO
  12. A DOGMÁTICA CRISTÃ
  13. O ERRO E A DOR
  14. DETERMINISMO E LIVRE-ARBÍTRIO
  15. O CONHECIMENTO DO FUTURO - PROFETAS E PREDIÇÕES
  16. MÉDIUNS - MEDIUNIDADES - PASSE
  17. AS DOUTRINAS ESPIRITUALISTAS E O ESPIRITISMO
  18. SINCRETISMO AFRO-CATÓLICO-BRASILEIRO
  19. INFLUENCIAÇÃO ESPIRITUAL E OBSESSÃO
  20. A MEMÓRIA E O TEMPO
  21. SOMOS ESPÍRITOS
  22. A VIDA ESPIRITUAL
  23. AS BÊNÇÃOS E AS MALDIÇÕES
  24. A MARCHA DO PROGRESSO
  25. AS PROVAS DE RIQUEZA E DE MISÉRIA
  26. AS VIRTUDES E OS VÍCIOS
  27. O PODER DA FÉ
  28. O ESPIRITISMO E OS PROBLEMAS HUMANOS
  29. AMOR, CASAMENTO, FAMÍLIA
  30. FILOSOFIA ESPÍRITA DA EDUCAÇÃO
  31. O CENTRO ESPÍRITA
  • ​VEJA ABAIXO - Descrição do conteúdo dos TEMAS - (aqui)

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Visão geral dos fundamentos doutrinários espíritas

Abaixo um mapa mental utilizado na Coletânea ADE, resumindo, numa visão cosmogônica, todos os principais pontos doutrinários do Espiritismo. Confira:


Para ver estes resumos didáticos no tamanho original, clique (aqui)


MÓDULOS VINCULADOS

Instrutor Guima

Caro(a) leitor(a),

Os módulos vinculados a esta Seção E - APRENDIZADO DIDÁTICO DE ESPIRITISMO (ADE) estão nos links abaixo.


F1 - MÓDULO Palestras da "SÉRIE ADE"

Instrutor Guima

Deste MÓDULO fazem parte as seguintes palestras, que compõem a SÉRIE ADE:

  • Aula Resumida de Conceitos da Doutrina Espirita - aqui
  • Visão sintética do Espiritismo - aqui
  • As três Revelações Cristãs - aqui
  • O planejamento da missão espiritual de Paulo, Apóstolo - aqui
  • A mediunidade segundo o Apóstolo Paulo - Sessões mediúnicas nos tempos apostólicos - aqui
  • A Lei de Causa e Efeito na Codificação - aqui

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LINKOTECA

  • Dez Mandamentos com Kardec - Walter Barcelos (aqui)
  • Estudar nunca é demais - Reflexões sobre a literatura espírita - Geraldo C. Sobrinho (aqui)

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VIDEOTECA

  •  A Doutrina Espírita e Allan Kardec - Mílton Felipeli (aqui)
  • Allan Kardec e a Codificação - Mílton Felipeli (aqui)
  • Princípios - Deus, o Criador - 1 - Mílton Felipeli (aqui)
  • Princípios - Deus, o Criador - 2 - Mílton Felipeli (aqui)
  • A Criação - Origem do Universo - Mílton Felipeli (aqui)
  • Deus, o Criador - Teses religiosas - Mílton Felipeli (aqui)

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BIBLIOTECA DIGITAL

  • Veja obras espíritas disponíveis on-line (aqui)

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BIBLIOGRAFIA

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CONTEÚDO DOS TEMAS


 01. O ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA

  • Enfoque de caráter didático, objetivando fornecer um roteiro de estudos, bibliografia e “dicas” para estudo dos aspectos religiosos, científicos e filosóficos da doutrina.

 02. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA DOUTRINA ESPÍRITA

  • Visão sintética, panorâmica e prática dos fundamentos doutrinários.

 03. A AUTORIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA

  • Enfoque doutrinário de Kardec no Evangelho segundo o Espiritismo — progressividade, concurso de diferentes médiuns,  universalidade —  e mais as conquistas modernas face a face com a estrutura doutrinária do Espiritismo.

04. A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ DO OCIDENTE

  • Uma visão panorâmica dos aspectos histórico-proféticos das Três Revelações.

05. A ORIGEM MEDIÚNICA DAS RELIGIÕES

  • Estudo com base na obra “O Espírito e o Tempo”, de Herculano Pires e "Povos Primitivos e manifestações supranormais", de Ernesto Bozzano

06. ASPECTOS DO ESPIRITISMO NOS TEXTOS BÍBLICOS

  • “O Espiritismo é de todos os tempos”, já dizia Kardec.

 07. ASPECTOS ESPÍRITAS DA VIDA DE PAULO, APÓSTOLO

  • Aspectos espíritas da figura extraordinária de Paulo: suas crises, decisões rápidas, perigos iminentes, encontros ocasionais, ímpetos, à luz do Espiritismo. 

08. OS ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO UNIVERSO

  • Deus, Espírito e Matéria – enfoque espírita e científico do tema.

 09. A EVOLUÇÃO DO PRINCÍPIO INTELIGENTE

  • Aspectos científico-filosóficos a partir da frase de Leon Denis: “Na planta, a inteligência dormita; no animal, sonha; só no homem acorda, conhece-se, possui-se e torna-se consciente”.

10. PARAPSICOLOGIA E ESPIRITISMO

  • O que é Parapsicologia, os fatos já estudados e catalogados, e sua correlação com o Espiritismo.

11. FENÔMENOS ESPÍRITAS: Anímicos e Mediúnicos

  • Um estudo prático, por meio de imagens e gravuras, dos fenômenos espíritas. 

12. A DOGMÁTICA CRISTÃ

  • Um estudo histórico/crítico, à luz a doutrina, da dogmática cristã e do fideismo bíblico. 

13. O ERRO E A DOR

  • Análise filosófica e estudo de casos do tema.

14. DETERMINISMO E LIVRE-ARBÍTRIO

  • Análise filosófica e estudo de casos do tema.

 15. O CONHECIMENTO DO FUTURO: Profetas e Predições.

  • Aspectos filosóficos do assunto; relato de casos reais e históricos.

16. MÉDIUNS – MEDIUNIDADE – PASSE

  • Síntese didática do assunto; relato de casos práticos.

17. AS DOUTRINAS ESPIRITUALISTAS E O ESPIRITISMO

  • Aspectos e correlações das doutrinas espiritualistas com o Espiritismo, com base na obra de Deolindo Amorim do mesmo nome.

18. SINCRETISMO AFRO-CATÓLICO-BRASILEIRO

  • Aspectos culturais e históricos: sua formação e correlações com o Espiritismo.

19. INFLUENCIAÇÃO ESPIRITUAL E OBSESSÃO

  • Síntese didática do processo obssessivo.

 20. A MEMÓRIA E O TEMPO

  • Síntese didática da obra de Hermínio Miranda: O ser palingenésico, sua memória integral, o acesso a esta memória através da hipnose, a Terapia de Vidas Passadas e aspectos espíritas da Psicologia e Psiquiatria.

21. SOMOS ESPÍRITOS!

  • “O ser existe, o animal vive” — a partir desta frase de Herculano Pires desenvolvem-se aspectos do Espírito imortal na sua jornada evolutiva através das encarnações sucessivas.

22. VIDA ESPIRITUAL

  • Aspectos doutrinários e relatos das atividades do espírito na erraticidade: suas cidades, suas obras, seus trabalhos.

23. AS BÊNÇÃOS E AS MALDIÇÕES

  • Aspectos espíritas do tema, com enfoque específico, de cunho cultural-histórico, acerca da magia.

24. A MARCHA DO PROGRESSO

  • “O Progresso é lei da natureza” (Kardec). Um estudo histórico-doutrinário da evolução da humanidade terrena. 

25. AS PROVAS DE RIQUEZA E DE MISÉRIA

  • Aspectos filosófico-doutrinários do tema.

 26. AS VIRTUDES E OS VÍCIOS

  • Enfoque filosófico-evangélico do tema.

27. O PODER DA FÉ

  • Aspectos evangélicos, filosóficos e científicos da fé e do seu poder renovador.

28. O ESPIRITISMO E OS PROBLEMAS HUMANOS

  • Síntese dos principais temas estudados por Deolindo Amorim na obra do mesmo nome.

29. AMOR, CASAMENTO, FAMÍLIA

  • Aspectos doutrinários da lei de afinidade, da programação espiritual do casamento e das ligações remotas na formação da família

30. FILOSOFIA ESPÍRITA DA EDUCAÇÃO

  • Síntese doutrinária do tema; desde Sócrates e Platão (precursores), passando por Jesus e Kardec (Pestalozzi, incluso) até nossos dias.

31. O CENTRO ESPÍRITA

  • Enfoques doutrinários colhidos na obra do mesmo nome, de Herculano Pires.

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Publicado por ALGuimaraes em 05/01/2016 às 21h49
 
05/01/2016 21h48
G - CCE - COMUNICAÇÃO NA CASA ESPÍRITA

O Centro Espírita não pode abdicar das austeras diretrizes da Codificação, para que não se transforme numa miscelânea de conceitos e objetivos que podem ser muito parecidos com a Doutrina Espírita, mas que não são a Doutrina Espírita.

(DIVALDO FRANCO. Diálogo com dirigentes e trabalhadores espiritas)


SUMÁRIO

APRENDIZADO ESPÍRITA

CAPÍTULO I - COMUNICAÇÃO NA CASA ESPÍRITA

MÓDULOS VINCULADOS

LINKOTECA

VIDEOTECA

BIBLIOTECA DIGITAL

BIBLIOGRAFIA

 


APRENDIZADO ESPIRITA

Amai-vos e instruí-vos.

(Mandamento dado a Allan Kardec pelo Espírito Verdade)


Aprendizado Espírita é resultado da prática pessoal e da visão do autor quanto ao estudo, ao ensino e à divulgação do Espiritismo, e objetiva compartilhar textos, apresentações, técnicas, ferramentas, informações e referências sobre livros, cursos e sites para quem quer aprender a Doutrina Espírita e/ou divulgá-la por meio de reuniões de estudo, palestras ou textos didáticos.

Este site foi concebido e estruturado segundo o que o autor entende por Saber Doutrinário Espírita, qual seja

Conjunto das informações e do conhecimento, das experiências e das práticas, dos procedimentos e das técnicas acumulado pelos adeptos do Espiritismo no aprendizado teórico e na aplicação prática dos postulados de sua crença.

Para saber mais sobre o conceito de 

  • SABER DOUTRINÁRIO ESPÍRITA, a
  • GESTÃO DO CONHECIMENTO ESPÍRITA e a
  • ESTRUTURA DESTE SITE,​​​ clique (aqui)

Antônio Carlos Guimarães

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CAPÍTULO I - COMUNICAÇÃO NA CASA ESPÍRITA

Dois elementos hão de concorrer para o progresso do Espiritismo: o estabelecimento teórico da doutrina e os meios de a popularizar.
(ALLAN KARDEC, Obras Póstumas, PROJETO 1868)


Introdução

Em sentido corrente, a palavra comunicação significa:

  • “tornar comum”
  • trocar informações,
  • (com)partilhar ideias, sentimentos, experiências, crenças e valores

por meio de gestos, atos, palavras, figuras, imagens, símbolos, etc.

Comunicar tem ainda o sentido de participar e estabelecer contato com alguém num intercâmbio dinâmico e interativo. Esse conceito inclui também a persuasão e a influência sobre as outras pessoas. Mas, para comunicar, não basta falar bonito construir frases bem elaboradas, utilizar figuras de linguagem, seguir corretamente as regras gramaticais. É preciso muito mais!

É preciso mobilizar os recursos internos e externos para facilitar a arte do diálogo, que não é uma simples de troca de palavras, mas um encontro: uma troca democrática de ideias sem julgamentos preconcebidos, num clima de confiança e bem-estar, com feedback de nossa atuação.

[Ref. Eunice Mendes & L. A. Costacurta Junqueira. Comunicação sem medo]

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Atos de comunicação

Instrutor Guima

Quando se fala de comunicação na Casa Espírita, muitos tarefeiros pensam que "comunicação é coisa de palestrante, não tem nada a ver comigo não".

Mas se enganam. Querem ver? Examine o quadro abaixo e diga quais são os atos de comunicação ali existentes.

Viram? tudo isso é comunicação, e as pessoas na Casa Espírita, todos os dias, lá estão a praticar esses atos de comunicação.

Na verdade, mal abrimos a porta do centro, e começa a comunicação com os recepcionistas e atendentes; depois, alguns frequentadordes vão para a triagem e o atendimento fraterno. Mais comunicação. Outros se dirigem para o mural, a biblioteca, a livraria, a secretaria... E aí ocorrem diversos tipos de comunicação. Muitos vão para as palestras ou cursos. Uma vez mais comunicação... E a comunicação prossegue no atendimento ao telefone, na elaboração de boletins e avisos, nos e-mails, no site e na rede social da instituição, nos cursos on-line, nos jornais eletrônicos, nos vídeos, na rádio WEB, nos canais do Youtube...

Como se vê a  a comunicação permeia como um todo as atividades das instituições espiritas. Por isso, o tema COMUNICAÇÃO NA CASA ESPÍRITA abrange todas as pessoas da instituição: os recepcionistas, os triageiros, os atendentes, os expositores, os médiuns, os doutrinadores, os redatores, os monitores on-line, os dirigentes...

Para todos esses e para cada um deles há competências de comunicação a serem mapeadas e desenvolvidas.

Esse, em resumo, é o propósito desta Seção COMUNICAÇÃO NA CASA ESPÍRITA.

Agora, confira o quadro-resumo abaixo.

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Mas comunicação efetiva é fato raro

Viver é estar comunicando, emitindo sinais, demonstrando participar do mundo. Todos tem de se comunicar, sem comunicação não há vida, tudo tem de ser repassado, transmitido, revelado. Todos querem emitir, falar, publicar, comunicar, seduzir, convencer, manipular, o mundo está repleto de divulgadores de todos os tipos. 

Mas comunicação é fato raro. Não nos comunicamos ou nos comunicamos, em verdade, muito pouco e em raras ocasiões. A comunicação efetiva pressupõe o preenchimento de certos requisitos, pouco frequentes. 

Se é assim, como se dá a real comunicação?

Comunicação é um campo de trocas, de interações, que permitem expressar-nos e perceber-nos, relacionarmos-nos com os outros, ensinar e aprender.

A comunicação é o processo pelo qual acontece a transferência, de uma pessoa para outra, de informação e significado, permitindo que haja a compreensão daquilo que foi expresso.

Para ocorrer, é necessário que um significado seja compreendido tanto por quem fala, quanto por quem ouve. Se dissermos algo que não é compreendido pelo receptor, apenas verbalizamos alguma coisa, mas não nos comunicamos.

Comunicação é saúde, é integração, é interação interpessoal, grupal e social. É a expressão de um novo olhar sobre si mesmo,sobre o outro, sobre o mundo: um olhar compreensivo e afetivo, um novo olhar externo e interno, pessoal e social.

Enfim, comunicação é:

  • entrar em sintonia
  • aproximar
  • ouvir
  • trocar
  • intercambiar
  • dialogar
  • expressar
  • influenciar
  • persuadir
  • convencer
  • solidarizar
  • tornar transparente
  • comungar
  • dar e receber feedback (sinais de compreensão)

Posto assim, comunicação é um processo contínuo de autopercepção, de autoconhecimento, para aprendermos a ouvir e expressar com proficiência e qualidade.

[Ref. Eunice Mendes & L. A. Costacurta Junqueira. Comunicação sem medo; Ciro Marcondes Filho. Para entender a comunicação; José Manoel Moran. Mudanças na comunicação pessoal; Alyrio Cerqueira Filho. A essência da comunicação]

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Competências e saberes essenciais de comunicação

No quadro abaixo, vai um resumo das das dimensões da comunicação, das principais habilidades de comunicação e das competências essenciais de comunicação, e também daquelas exigidas dos líderes.

Confira!



Ide e Pregai!

Uma publicidade em larga escala, feita nos jornais de maior circulação, levaria ao mundo inteiro, até às localidades mais distantes, o conhecimento das idéias espíritas, despertaria o desejo de aprofundá-las e, multiplicando-lhes os adeptos, imporia silêncio aos detratores, que logo teriam de ceder, diante do ascendente da opinião geral.

ALLAN KARDEC. Obras Póstumas


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Comunicação na Casa Espírita

  • Confira agora o mapa mental A Comunicação na Casa Espírita (aqui)

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Tábua de Assuntos

Nesta Seção G - CCE - COMUNICAÇÃO NA CASA ESPÍRITA vamos tratar dos seguintes temas:

  • Atividades de comunicação da casa espírita: recepção, triagem, atendimento fraterno, divulgação doutrinária
  • Canais de comunicação internos e externos à Casa Espírita
  • Meios impressos, eletrônicos e audiovisuais de comunicação no Movimento e na Casa Espírita
  • Palestras, exposições, palestrantes e expositores

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MÓDULOS VINCULADOS

Instrutor Guima

Caro(a) leitor(a),

Os módulos vinculados a esta Seção G - COMUNICAÇÃO NA CASA ESPÍRITA (CGE) estão nos links abaixo.


G1 - MÓDULO Ciclo de Estudos sobre a Comunicação na Casa Espírita

Instrutor Guima

Este MÓDULO apresenta um resumo do Ciclo de Estudos sobre a Comunicação na Casa Espírita, promovido pela Casa Espírita Francisco de Paula Vítor e a Seara Espiritual Bezerra de Menezes, de Lambari, MG, baseado na teoria acima. Confira (aqui)


G2 - MÓDULO Informação e Conhecimento

Este MÓDULO G2 traz textos sobre informação e conhecimento, que servem à vida pessoal, institucional ou profissional das pessoas. (aqui)

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G3 - MÓDULO Planificação e Elaboração de Palestras

Veja dois resumos didáticos sobre o tema acima:

  • Mapa mental do Processo de Planificação e Elaboração de Palestras (aqui)
  • Diagrama do Esquema de Pesquisa e Composição de Palestras (aqui)

Veja também:

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LINKOTECA

  • Veja esta linkoteca de texto e vídeos de comunicação e oratória, material utilizado no ciclo de estudos comentado acima - (aqui)
  • Orientação à Comunicação Social Espírita - FEB (aqui)
  • Comunicacação Social Espírita - Luiz Signates (aqui)
  • Comunicação - CEIA (aqui)
  • Dicionário Auxiliar do Comunicador Espírita - Renê Ivan Franzolin (aqui)
  • Veja este Glossário de oratória (aqui)
  • Comunicação Social Espírita - Apostila FEEMG - (aqui)
  • Kardec e a Comunicação Social Espírita - Apostila FEEMG - (aqui)
  • O que é uma exposição espírita - Alencar Santana (aqui)
  • Apostila - Reunião dos expositores - CEI - (aqui)
  • Apostila - Curso de expositor espírita - CEI - (aqui)
  • Curso de expositor espírita - CEMMS - (aqui)
  • Curso intensivo de expositor - Elio Mollo - (aqui)
  • Curso prático de treinamento de expositores - Sigmar Gama - (aqui)
  • Orientação básica para expositores espíritas - Alencar Santana - (aqui)
  • Curso para formação de expositores - AEE (aqui)
  • Curso de Expositor Espírita - CEI/Anízio Fernandes de Morais - (aqui)
  • Curso de Expositor Espírita - CEI/Sérgio Biagi Gregório - (aqui)
  • Oratória - CEI (Textos) (aqui)
  • Artigos sobre comunicação espírita - Portal do Espírito (aqui)
  • Como elaborar artigos espíritas (aqui)
  • A Fala e a Escrita Espírita: Uma Reflexão - Claudia Gelernter - (aqui)
  • Estudo do falatório - Claudia Gelernter - (aqui)
  • Decálogo do Expositor Espírita - Alkíndar de Oliveira - (aqui)
  • O Espiritismo frente ao Homem da Sociedade da Informação. Ana Paula da Silva (aqui)
  • O complexo de vira-lata espírita e a polêmica útil - Lucas Berlanza Corrêa - (aqui)
  • Expositor Espírita - Considerações Gerais - Maria A. Lombardi - Apresentação PPT (aqui)
  • A Comunicação Social Espírita e a Ética da Alteridade. Geraldo Guimarães. Palestra Virtual (aqui)
  • Notas para o Divulgador da Boa Nova de Jesus - Sandra Borba Pereira (aqui)
  • Experiência de auditórios - Mundo Espírita - Fev/1999 (aqui)
  • O orador espírita deve rejeitar plágios e ribaltas circenses - Jorge Hessen - (aqui)
  • A emoção maquiada de razão - aspectos prosódicos e argumentativos de uma palestra espírita kardecista [Diss. Mestrado] - Rosana Cláudia da Silva - (aqui)
  • Passo a passo para tornar sua apresentação eficientge (aqui)
  • Sinais de que sua palestra não está indo bem - (aqui)
  • Como ilustrar sua palestra no PowerPoint - (aqui)
  • Como responder perguntas da plateia - R. Polito - (aqui)

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VIDEOTECA

  • O Comunicador - Haroldo Dutra Dias (aqui)
  • A Comunicação Social Espírita Frente aos Desafios do Século XXI - André Trigueiro (aqui)
  • A Transversalidade da Comunicação Social Espírita - Gabriel Salum (aqui)
  • Resumo do livro Palestra Espírita, Como Fazer - L. Neilmoris (aqui)
  • Como falar em público? Técnicas de oratória - Katia Campelo (aqui)
  • Técnica para Bem Falar em Público - Alkíndar de Oliveira (aqui)
  • Curso de Oratória, Expositor e Inovações na Divulgação da Doutrina Espírita - Nazareno Feitosa (aqui)
  • O menino que só tinha uma chance - Como fazer uma apresentação no estado da arte (aqui)
  • A pior Apresentação do mundo - A melhor Apresentação do mundo (aqui) (aqui)

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BIBLIOTECA DIGITAL

  • Veja obras espíritas disponíveis on-line (aqui)

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BIBLIOGRAFIA

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Publicado por ALGuimaraes em 05/01/2016 às 21h48
 
05/01/2016 21h47
H - TEA - TÉCNICAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Aprendemos com Paulo de Tarso que quando o amor se torna dinâmico, quando o amor deixa de ser uma virtude paralisada e estagnada, ele se torna caridade. A caridade é o amor dinâmico, fora do qual não existe salvação. Dirijo aos meus irmãos internautas, para que não permitam que o Evangelho remanesça acomodado nas consciências, mas que vaze através de suas mãos, repercuta através de suas vozes e caminhe mundo afora através de seus pés.

(RAUL TEIXEIRA. Entrevista a Wellerson Santos)


SUMÁRIO

APRENDIZADO ESPIRITA

CAPÍTULO I - TÉCNICAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

MÓDULOS VINCULADOS

​LINKOTECA

VIDEOTECA

BIBLIOTECA DIGITAL

REFERÊNCIAS

BIBLIOGRAFIA


APRENDIZADO ESPIRITA

Amai-vos e instruí-vos.

(Mandamento dado a Allan Kardec pelo Espírito Verdade)


Aprendizado Espírita é resultado da prática pessoal e da visão do autor quanto ao estudo, ao ensino e à divulgação do Espiritismo, e objetiva compartilhar textos, apresentações, técnicas, ferramentas, informações e referências sobre livros, cursos e sites para quem quer aprender a Doutrina Espírita e/ou divulgá-la por meio de reuniões de estudo, palestras ou textos didáticos.

Este site foi concebido e estruturado segundo o que o autor entende por Saber Doutrinário Espírita, qual seja

Conjunto das informações e do conhecimento, das experiências e das práticas, dos procedimentos e das técnicas acumulado pelos adeptos do Espiritismo no aprendizado teórico e na aplicação prática dos postulados de sua crença.

Para saber mais sobre o conceito de 

  • SABER DOUTRINÁRIO ESPÍRITA, a
  • GESTÃO DO CONHECIMENTO ESPÍRITA e a
  • ESTRUTURA DESTE SITE,​​​ clique (aqui)

Antônio Carlos Guimarães

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CAPÍTULO I - TÉCNICAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM

Invejo a entrega missionária e o disfarce perfeito do mestre, que nos ensina sem alarde as coisas simples, para que entendamos as coisas complexas. 

G. CARREIRO


Introdução

Técnicas de Ensino, num sentido amplo, são os meios que o professor utiliza em sala de aula para facilitar a aprendizagem dos alunos, conduzindo-os em direção aos objetivos educacionais fixados.

Entre nós, usam-se outros termos com o mesmo significado de técnicas de ensino, como estes, por exemplo: estratégias de ensino, metodologia em sala de aula, técnicas pedagógicas, métodos didáticos, métodos de aprendizagem, recursos didáticos.

Diz-se, também, que Técnicas de Ensino são maneiras particulares de organizar as condições externas favoráveis à aprendizagem. São instrumentos que, aplicados de forma coerente, facilitam a transmissão da mensagem de maneira agradável e eficiente.

Esta seção H - TEA - TÉCNICAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM vai tratar das técnicas, procedimentos e atividades didáticos comumente utilizados na Casa Espírita, e também de aspectos da educação e da pedagogia segundo a ótica do Espiritismo.

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Movimentos da aprendizagem

O conhecimento, extraordinariamente complexo e multidimensional, assenta-se em três grandes pilares: o da informação, que gera conhecimento relevante; o da explicação, que facilita a compreensão do porquê das coisas; e o da apropriação subjetiva, que contribui para a formação de um critério de opinião pessoal.

JAUME CARBONELL. A aventura de inovar - A mudança na escola


Segundo a educadora Juracy C. Marques (1) toda aprendizagem segue um ritmo, que pode ser resumido em três movimentos: o da visão global, o da pormenorização e o da síntese. Diz ela:

Estudos e pesquisas têm mostrado que o primeiro movimento para o aprender é difuso, global e panorâmico. (a) Assim, a primeira etapa do ensino de qualquer matéria ou assunto deve atender a essa característica do ritmo de aprendizagdem. Esta primeira etapa chama-se apresentação, introdução ou visão geral.

O segundo movimento corresponde a uma necessidade de precisão, de minúcia de pormenorização. (b) Da visão global, passa-se às partes mais significativas do conjunto, aos aspectos que mais chamarem a atenção, em virtude de atender ou despertar uma necessidade. Esta segunda etapa chama-se desenvolvimentoé o momento da discussão, das explicações, das aproximações no esforço de compreender e interpretar. É a etapa mais longa, mais difícil, e sem ela o ensino não chega a ser aprendizagem.

O terceiro momento é a fase final de síntese, de conclusões, de apropriação dos conhecimentos, hábitos e atitudes. (c) Esta terceira etapa chama-se integração. Sem a atingirmos, perdemos a possibilidade de atingir um nível mais profundo de aprendizagem.

(1) Ensinar não é transmitir. Porto Alegre, Globo, 1977. 

(a) Teixeira. A. Mestres de amanhã. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 92, 1963.

(b) (c) Whitehead. A. N. Os fins da educação. São Paulo, USP, 1969. 

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Alguns conceitos de métodos e técnicas didáticos


 Educação não tem por finalidade transmitir conhecimentos, mas preparar o educando para a aquisição de conhecimentos. O que se passa na reencarnação é precisamente isso. Podemos aprender muito numa existência, mas não são os conhecimentos formais que interessam ao Espírito, e sim o seu treinamento no aprendizado que desperta as suas faculdades cognitivas, a sua capacidade de aprender. Cada encarnação predispõe o Espírito a assimilar conhecimentos mais avançados na seguinte. Por isso é que não nascemos com a cabeça cheia de dados e informações, mas aparelhada com as intuições que nos determinam a vocação e a habilidade para diversos setores de atividades.

HERCULANO PIRES. Nota ao item III, 9 de "O Céu e o Inferno", edição Lake


  • DIDÁTICA: Arte e a Técnica de orientar a aprendizagem.
  • APRENDER: Modificar o comportamento por meio do treino ou da experiência.
  • ATIVIDADES DE ENSINO: Situações criadas pelo professor para que o aluno viva certas experiências necessárias para acarretar mudanças intelectuais, afetivas e motoras. (BORDENAVE; PEREIRA, 2002).
  • MÉTODO: (1) Na sua acepção mais genérica e mesmo etimológica, método é o caminho a seguir, implicando um conjunto de processos ou etapas sucessivos. Caminho para algo, uma ação encaminhada a um fim, um meio para conseguir um objetivo determinado. É, portanto, a marcha do raciocínio na investigação do verdadeiro, ou de atividade qualquer na direção de determinado objetivo. (2) A arte de dirigir o espírito na investigação da verdade. 
  • MÉTODO DIDÁTICO: É o conjunto de procedimentos escolares, logica e psicologicamente estruturados de que se vale o professor para orientar a aprendizagem do educando, a fim de que este elabore conhecimentos, adquira técnicas ou assuma atitudes ou ideias. (NÉRICI, 1981)
  • TÉCNICAS: É, geralmente, um conjunto de processos de uma arte ou ciência, uma maneira habilidosa de agir.
  • TÉCNICAS DIDÁTICAS: É, também, o procedimento escolar logica e psicologicamente estruturado, destinado a dirigir aprendizagem do educando, porém em um setor limitado da fase de estudo de um tema, como na apresentação, elaboração, síntese ou crítica do referido tema. Em outras palavras: técnica didática é o recurso particular de que se vale o professor para a efetivação dos propósitos do método. Um método utiliza uma série de técnicas. (NÉRICI, 1981).
  • TÉCNICAS DE ENSINO: São maneiras particulares de organizar as condições externas favoráveis à aprendizagem. Como visto acima, método implica o caminho a seguir. Seguir um caminho pode implicar a realização de diversas etapas sucessivas. Essas etapas são as técnicas de ensino. Desse modo, técnica é a operacionalização do método.
  • RECURSOS DIDÁTICOS ou DE ENSINO: São componentes do ambiente de aprendizagem que dão origem à estimulação para o aluno. (GAGNÉ, R. In MANUAL/ESDE).

​Adotam-se, muitas vezes, as expressões INSTRUMENTOS DIDÁTICOS ou FERRAMENTAS  DIDÁTICAS como sinônimas de RECURSOS DIDÁTICOS.

  • RECURSOS AUDIOVISUAIS: São assim denominados os recursos de ensino que estimulam diretamente a visão e/ou audição. (PILETTI, R. In MANUAL/ESDE).

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Tábua de assuntos

Nesta Seção H - TEA - TÉCNICAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM  vamos tratar dos seguintes temas:

  • Estratégias, métodos, técnicas, procedimentos, recursos e atividades didáticos praticados no Movimento Espírita (Evangelização, Mocidade, Cursos Regulares, Palestras e Eventos)
  • Espiritismo e educação
  • Pedagogia espírita
  • Instituições de educação e Educadores espíritas

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MÓDULOS VINCULADOS

Instrutor Guima

Caro(a) leitor(a),

Os módulos vinculados a esta Seção H - TÉCNICAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM (TEA) estão nos links abaixo.


H1 - MÓDULO Estudar e aprender melhor


H2 - MÓDULO Ler e escrever melhor


H3 - MÓDULO A Didática de Jesus

Instrutor Guima

Este MÓDULO apresenta um resumo sobre A DIDÁTICA DE JESUS, que pode ser visto (aqui)

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H4 MÓDULO Allan Kardec, o educador

Conheça um documentário sobre vida e a obra de Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), mais conhecido como Allan Kardec (aqui)

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H5 - MÓDULO Bibliografia Ensino e Aprendizagem

Veja uma bibliografia de Ensino e Aprendizagem (aqui)

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H6 - MÓDULO Conceitos didáticos e pedagógicos

Veja definições de alguns termos e expressões utilizados nos materiais didáticos do Espiritismo. (aqui)

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H7 - MÓDULO Verbos da didático-pedagogia

Veja uma lista de verbos utilizados no ensino-aprendizagem e na formulação de objetivos educacionais (aqui)

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H8 - MÓDULO Metodologias para eventos de ensino-aprendizagem

Veja algumas técnicas de trabalhos para grupos, e também técnicas preparatórias de eventos, visando a despertar o interesse e a participação das pessoas (aqui)

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H9 - MÓDULO Técnicas de exposição e discussão

Veja propostas feitas por Luiz Signates para exposição e discussão de temas espíritas: Exposição seguida de diálogo e a Maiêutica espírita. (aqui)

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H10 - MÓDULO Técnicas de ensino

Veja texto extraído do livrinho Técnicas de Ensino (O que é, Por que utilizá-las, Quando utilizá-las, Onde aplicá-las, Como aplicá-las), editado pela UEM, em 1994.  que reproduzimos, tendo em vista seu interesse em face de inúmeras atividades didáticas realizadas pelas Casas Espíritas, e sua utilidade para os objetivos e conteúdos deste site APRENDIZADO ESPÍRITA.(aqui)

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LINKOTECA

  • A pedagogia de Jesus. José Herculano Pires (aqui) Extraído do livro Pedagogia Espírita
  • Pedagogia Espírita: os valores do espírito na sociedade do nada (aqui)
  • http://sandraborbapereira.blogspot.com.br/ (aquiEducadora e Expositora Espírita
  • O cotidiano escolar na visão espírita (aqui)
  • Revista Pedagógica Espírita - IDE (aqui)
  • Educação Espírita. Dora Incontri (aqui)
  • A Pedagogia Espírita. Dora Incontri (aqui)
  • Algumas reflexões sobre a Educação Espírita. H. Mariotti (aqui)
  • Uma Abordagem sobre Técnicas de Ensino e Integração Nas juventudes Espíritas (aqui)
  • Conceitos de Didática de Ensino Voltados à Educação Espírita (aqui)
  • Tecnologias digitais na educação - Diversos autores (aqui)
  • Tecnologia na escola - Carlos Seabra (aqui)
  • Técnicas de Dinâmica de Grupo (aqui)
  • Seminários e Palestras - Preparação de Materiais - Carlos Parchen (aqui)
  • Oratória - CEISMAEL - (aqui)
  • Prática Pedagógica na Evangelização Espírita (aqui)
  • Histórias de Chico Xavier (Casos para ilustrar palestras) (aqui)
  • Contos para ilustar aulas e palestras - A Era do Espírito (aqui)
  • Como ensinar adultos no ESDE (aqui)
  • Como Organizar o nosso Pensamento numa Sala de Aula - Joel F. de Souza (aqui)
  • Ferramentas para o ensino digital - Luli Radfahre - UOL - (aqui)
  • Como Entender a Ortodoxia - Partes I e II - Nelson Costa da Silva (aqui) e (aqui)
  • O desafio da imersão - Randolfo Santana Medeiros (aqui)
  • Eurípedes Barsanulfo, um educador espírita na Primeira República - [Diss. Mestrado ] Alessandro Cesar Bigheto - (aqui)
  • Eurípedes Barsanulpho e o Collégio Allan Kardec.. Capítulos de História da Educação e a Gênese do Espiritismo nas Terras do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro (1907/1918) - Anderson C.F. Brettas - (aqui)

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VIDEOTECA

  • Pedagogia Espírita: o que é afinal? Dora Incontri (aqui)
  • Os Quatro Gigantes da Alma - Divaldo Franco (aqui)
  • A Filosofia Espírita e a Educação do Espírito - Heloísa Pires (aqui)
  • Práticas de ensino em um contexto de mudanças - Prof. José Carlos Libâneo (aqui)
  • A aula essencial - Uma conversa introdutória - Fernando José de Almeida (aqui)
  • Os Sete Saberes necessários à Educação do Futuro - E. Morin, por Edgar de Assis  Carvalho (aqui)

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BIBLIOTECA DIGITAL

  • Pedagogia Espírita. J. Herculano Pires (aqui)
  • Revista Eletrônica (aqui)
    • Editada pela Associação Brasileira de Pedagogia Espírita
  • Revista Educação Espírita (aqui
    • Os 5 volumes da revista, lançada pela Edicel em 1970
  • http://www.pedagogiaespirita.net.br/ (aqui) - 
    • Contém uma Biblioteca Virtual sobre o tema
  • Educação Espírita - Elementos do Processo (aqui)
  • Apostila sobre Pedagogia - Elio Mollo (aqui)
  • Métodos de ensino
  • Página 61 - Apostila ROCE/Atividades na Casa Espírita - Fase 1 - Mód. 1

Veja obras espíritas disponíveis on-line (aqui)

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REFERÊNCIAS

  • BORDENAVE, Juan Díaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de ensino-aprendizagem. Petrópolis, RJ, Vozes, 2002.
  • NÉRICI, Imídeo G. Metodologia do ensino - Uma introdução. São Paulo, Atlas, 1981.
  • VEIGA, Ilma Passos Alencastro [org.]. Técnicas de Ensino: Por que não? Campinas, Papirus, 1993. 
  • ABREU, Maria Celia de. MASETTO, Marcos Tarciso. O professor universitário em aula. São Paulo, MG Ed. Associados, 1983.
  • MARQUES, Juracy C. Ensinar não é transmitir. Porto Alegre, Globo, 1977.
  • CURSO PARA INSTRUTORES - Como aplicar uma boa aula na Casa Espírita. Brasília, Auta de Souza, 2006.
  • TÉCNICAS DE ENSINO. DIJ/UEM - União Espírita Mineira. Belo Horizonte, 1994.
  • MANUAL/ESDE. Manual do Curso de Coordenadores de Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita - ESDE. Brasília, FEB

BIBLIOGRAFIA

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Publicado por ALGuimaraes em 05/01/2016 às 21h47
 
05/01/2016 21h46
I - MPE - METODOLOGIA E PESQUISAS ESPÍRITAS

Estamos defrontados no Espiritismo por uma tarefa urgente: desentranhar o pensamento vivo de Allan Kardec dos princípios que lhe constituem a codificação doutrinária, tanto quanto ele, Kardec, buscou desentranhar o pensamento vivo do Cristo dos ensinamentos contidos no Evangelho. 

(ANDRÉ LUIZ. Estude e viva)


SUMÁRIO

APRENDIZADO ESPÍRITA

CAPÍTULO I - METODOLOGIA E PESQUISAS ESPÍRITAS

​​MÓDULOS VINCULADOS

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VIDEOTECA

BIBLIOTECA DIGITAL

BIBLIOGRAFIA


APRENDIZADO ESPIRITA

Amai-vos e instruí-vos.

(Mandamento dado a Allan Kardec pelo Espírito Verdade)


Aprendizado Espírita é resultado da prática pessoal e da visão do autor quanto ao estudo, ao ensino e à divulgação do Espiritismo, e objetiva compartilhar textos, apresentações, técnicas, ferramentas, informações e referências sobre livros, cursos e sites para quem quer aprender a Doutrina Espírita e/ou divulgá-la por meio de reuniões de estudo, palestras ou textos didáticos.

Este site foi concebido e estruturado segundo o que o autor entende por Saber Doutrinário Espírita, qual seja

Conjunto das informações e do conhecimento, das experiências e das práticas, dos procedimentos e das técnicas acumulado pelos adeptos do Espiritismo no aprendizado teórico e na aplicação prática dos postulados de sua crença.

Para saber mais sobre o conceito de 

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Antônio Carlos Guimarães

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CAPÍTULO I - METODOLOGIA E PESQUISAS ESPÍRITAS


Introdução

O Espiritismo não é doutrina feita para sábios, mas para todos os que tenham um pouco de bom senso e de humildade.

............................

As obras de Kardec são a única fonte verdadeira do saber espírita. Quem não ler e estudar essas obras com humildade e com vontade legítima de aprender, não conhece o Espiritismo. 

(J. HERCULANO PIRES. Kardec e a Ciência Espírita In O Mistério do Bem e do Mal)


Hipollyte Léon Denizard Rivail, como professor, pedagogo e diretor de escolas, havia adquirido no estudo, nas atividades teóricas e na prática, o mais amplo conhecimento dos problemas culturais do seu tempo.

De cultura acima do normal nos homens ilustres de sua idade e do seu tempo, impôs-se ao geral respeito desde moço. Temperamento infenso à fantasia, sem instinto poético nem romanesco, todo inclinado ao método, à ordem, à disciplina mental, praticava na palavra escrita ou falada, a precisão, a nitidez, a simplicidade, dentro dum vernáculo perfeito, escoimado de redundâncias.  (1)

Em meados do Século XIX, diante dos fenômenos espíritas que ocorriam com intensidade e por toda a parte, Rivail, que há tempos se interessara pelo Magnetismo, resolveu estudá-los. Atualizado com a Conhecimento da sua época, adotou o método experimental, que era o método utilizado pelas ciências de então. Mas logo nos primeiros resultados verificou que o método era inaplicável, pois que ele tinha a matéria como objeto, o que excluía o espírito, que era considerado "imaterial", e, desse modo, "inverificável". (2)

Assim, as observações não podiam ser feitas da mesma maneira, requeriam condições especiais e uma concepção diferenteMas a orientação metodológica da matéria havia provado sua eficiência, e Rivail resolveu desenvolver suas pesquisas utilizando o método experimental, aplicando a indução ao invés da dedução, e mudando o seu objeto. E o professor transformou o espírito, entidade metafísica, em objetivo específico da pesquisa científica, revelando as leis do mundo espiritual. (2)  (3)

Depois ele explicaria: As ciências vulgares repousam sobre as propriedades da matéria, que podemos manejar à vontade. Os fenômenos por ela produzidos têm como agentes forças materiais. Os do Espiritismo têm como agentes inteligências que possuem sua independência, seu livre-arbítrio, e de modo algum se submetem aos nossos caprichos. Escapam destarte aos nossos processos anatômicos ou de laboratório, bem como aos nossos cálculos e, por consequência, não são mais de alçada da ciência propriamente dita. (4)

Anos mais tarde, Rivail, já então assinando-se Allan Kardec, escreveria: 

Como meio de elaboração, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ciências positivas, isto é, aplicando o método experimental. Fatos de uma nova ordem se apresentam, que não podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, remontando dos efeitos às causas, chega à lei que os rege; depois, deduz-lhes as consequências e busca as aplicações úteis. Não estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, não apresentou como hipóteses nem a existência e a intervenção dos Espíritos, nem o perispírito, nem a reencarnação, nem qualquer dos princípios da doutrina; concluiu pela existência dos Espíritos, quando essa existência ressaltou evidente da observação dos fatos; assim quanto aos outros princípios. Não foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria é que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. É, pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo é uma ciência de observação e não produto da imaginação. As ciências só fizeram progressos sérios depois que seus estudos se basearam sobre o método experimental; até então, acreditou-se que esse método não era aplicável senão à matéria, ao passo que o é igualmente às coisas metafísicas. (Grifamos.) (5)

(1) A aparência de Allan Kardec. Canuto de Abreu. C. Fraterno ABC, out/2001

(2) J. Herculano Pires. O método de Kardec. In A Pedra e o Joio,1975

(3) Canuto Abreu. A Revelação Espírita. In O Evangelho por fora, 2a. parte

(4) Allan Kardec. Intervenção da ciência no Espiritismo. Revista Espírita, Junho/1859

(5) Allan Kardec, A Gênese, Cap. I, 14, 1868.

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O Espiritismo em seu tríplice aspecto

"O Conhecimento pode assumir três aspectos ou estados: o Científico, o Filosófico e o Religioso." 

"No Espiritismo, a Ciência fornece as provas que convencem; a Filosofia, os elementos que esclarecem; a Religião, a moral que aperfeiçoa."


Da Ciência Espírita, nasceu a Filosofia Espírita. E, desta, nasceu a Religião Espírita. O Espiritismo é, pois, uma doutrina com aspectos científicos, filosóficos e religiosos. (1)

Chibeni (2) diz que essa caracterização do tríplice aspecto não pode ser encontrada exatamente nesses termos na obra de Kardec, e que ela, todavia, é correta e, em sua essência, está presente no pensamento do criador do Espiritismo e de seus mais lúcidos continuadores.

No entanto, o mesmo autor sugere que talvez devêssemos evitar a expressão "tríplice aspecto", pois ela pode dar a impressão que se trata de três elementos separados ou separáveis, que agrupamos apenas por conveniência, o que não é verdadeiro, pois eles estão inextricavelmente ligados.

Chibeni conclui deste modo sua tese:

Se pensarmos no Espiritismo em termos de filosofia, será uma filosofia apoiada em bases científicas, e que tem como um dos objetivos centrais o estudo das questões morais.

Se pensarmos em termos de ciência, não será uma pesquisa seca, que simplesmente constate e sistematize fatos, mas de uma investigação de longo alcance sobre um objeto de fundamental importância, o elemento espiritual. Essa ciência complementa, pois, as ciências acadêmicas, cujo objeto de estudo é o elemento material. E, pela própria natureza de seu objeto de estudo, a ciência espírita necessariamente diz respeito a tópicos genuinamente filosóficos, dentre os quais ressalta, por sua importância prática, aqueles referentes à moral. 

(1) Kardec e a Ciência Espírita In O Mistério do Bem e do Mal. J. Herculano Pires 

(2)Espiritismo em seu tríplice aspecto. Silvio S. Chibeni. In Reformador - Ago/Set/Out-2003

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Ciência e Ciência Espírita

A mediunidade é o meio direto de observação. O médium ─ permitam-nos a comparação ─ é o instrumento de laboratório pelo qual a ação do mundo invisível se traduz de maneira patente. Pela facilidade que ela nos oferece de repetir as experiências, permite-nos estudar o modo e as diversas nuanças dessa ação. Foi desses estudos e dessas observações que nasceu a ciência espírita.

(ALLAN KARDEC. Revista Espírita, Jan/1863)


A ciência é fruto da atividade científica, e caracteriza-se por dois aspectos complementares: uma teoria e uma prática.

A teoria é constituída por alguns princípios básicos, inalteráveis, e por outros princípios auxiliares, alteráveis para que se possam adaptar aos fatos. A prática consiste na procura de fatos que devem estar de acordo com a teoria, explicados por ela.

Existem, ainda, norteando a atividade, normas estabelecendo o que se deve e o que não se deve fazer (regras metodológicas). O corpo teórico deve também ter uma certa coerência interna e não se contrapor, frontalmente, com os equivalentes de outras ciências estabelecidas.

A ciência espirita apresenta também características tais como essas, classificando-se entre as ciências humanas — aquelas que tem por objeto central o ser humano em seus diversos aspectos, como a psicologia, a antropologia, a sociologia, a história, etc.

O laboratório da ciência espírita é o centro espírita. A mediunidade é o meio direto de observação. O médium é o instrumento de laboratório 

Nos centros espíritas estão os que conhecem a teoria e realizam a prática. Foi ali — nos centros espíritas — que ela foi feita e continua sendo feita. E não nos centros de metapsíquica ou de de parapsicologia, que não satisfazem os requisitos da atividade científica, pois essas não possuem uma teoria.

Uma ciência pode ser exposta por meio de seus princípios, e no caso da ciência espírita os princípios são estes:

  • Princípios básicos: existência, sobrevivência ou imortalidade, comunicação, reencarnação e evolução do espírito.
  • Princípios auxiliares: o perispírito e suas propriedades, a lei de afinidade, os fluidos e suas propriedades, etc.
  • Regras metodológicas: regras para a realização das reuniões mediúnicas, procedimentos a serem tomados para aceitação das comunicações mediúnicas (universalidade, coerência com os princípios e linguagem), certas atitudes morais.

(2) Baseado em Introdução à Ciência Espírita. Aécio P. Chagas. Lachâtre, 2004.

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Uma tese sobre a Revelação Espírita

Este livro é o repositório de seus ensinos. Foi escrito por ordem e mediante ditado de Espíritos superiores, para estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional, isenta dos preconceitos do espírito de sistema. Nada contém que não seja a expressão do pensamento deles e que não tenha sido por eles examinado. Só a ordem e a distribuição metódica das matérias, assim como as notas e a forma de algumas partes da redação constituem obra daquele que recebeu a missão de os publicar.

ALLAN KARDEC. O Livro dos Espíritos, Prolegômenos


Na fase 'pré-espírita', a Revelação dos Espíritos foi 'doutrina científica', por ser calcada somente em fatos. Não chegou, porém, a ser um 'Ciência', no sentido moderno desta palavra.

Na fase 'espírita', apresentou-se como 'doutrina filosófica', por ser deduzida dos fatos e de instruções dos Espíritos. Não logrou, entretanto, ser uma 'Filosofia' na acepção atual deste vocábulo.

Na fase 'pós-espírita', tornou-se uma 'doutrina religiosa', por ser deísta, animista e moralista, contendo, assim, temas teológicos. Todavia não é uma 'Religião', segundo o conceito corrente do termo.

CANUTO ABREU. A Revelação Espírita. In O Evangelho por fora, 2a. parte

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As provas científicas

 

"[O Espiritismo]... foi trabalho inspirado e orientado pelas mais elevadas forças espirituais que o nosso mundo já teve a oportunidade de conhecer".

(HERCULANO PIRES. O Espírito e o Tempo. Ruptura do arcabouço literal.)



Tábua de Assuntos

Nesta Série MPE - METODOLOGIA E PESQUISAS ESPÍRITAS, vamos tratar dos seguintes temas:

  • Documentação bibliográfica, técnicas de fichamento, anotações e elaboração de mapas mentais,  referenciação bibliográfica, obras espíritas de referência
  • Metodologia científica, teoria do conhecimento, epistemologia, crítica do conhecimento
  • Espiritismo e ciência
  • O Espiritismo em seu tríplice aspecto
  • Pesquisas científicas do paranormal

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MÓDULOS VINCULADOS

Instrutor Guima

Caro(a) leitor(a),

Os módulos vinculados a esta Seção I - METODOLOGIA E PESQUISAS ESPÍRITAS (MPE) estão nos links abaixo.


I1 - MÓDULO Técnicas de fichamento, anotações e mapas mentais

Instrutor Guima

Veja em meu site pessoal estes materiais de metodologia:

  • Fichamento e notas de leitura (aqui)
  • Anotações e esquemas (aqui)
  • Modelo de ficha de anotações (aqui)
  • Mapa mental (aqui)

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I2 - MÓDULO Conexões entre as Obras Básicas da Doutrina Espírita

Estudo de José Jorge, extraído dos Anais do ICEB, 1964/70, Rio de Janeiro, RJ. Veja (aqui)


I3 - MÓDULO O Livro dos Espíritos e seus desdobramentos

Estudo de Deolindo Amorim sobre as relações de O Livro dos Espíritos com outros livros das Codificação. Veja (aqui)

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I4 - MÓDULO Guia para Estudo da Doutrina Espírita

Livro de Vera Lúcia de Oliveira Garcia, que faz a conexão entre as 5 obras básicas do Espiritismo mais a 1a. parte de Obras Póstumas. Veja (aqui)

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I5 - MÓDULO Referências e pesquisas bibliográficas

Veja:

  • ONDE ENCONTRO Ferramentas para estudar e divulgar o Espiritismo (aqui)
  • ONDE ENCONTRO Obras Espíritas de Referência (aqui)

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I6 - MÓDULO Histórias de O Livro dos Espíritos

Os textos abaixo historiam como se deu surgimento e como foi elaborado O Livro dos Espíritos, por Allan Kardec, em meados do Século XIX.

Juntamos também artigos de Sílvio Seno Chibeni com detalhes pouco conhecidos das edições francesas de O Livro dos Espíritos.

Confira abaixo:

  • Os bastidores do Livro dos Espíritos (aqui)
  • Histórico de O Livro dos Espíritos (aqui)
  • 150 Anos de O Livro dos Espíritos - Paulo Roberto Viola (aqui)
  • Como foi escrito O Livro dos Espíritos - Jáder Sampaio (aqui)
  • O Método de Kardec para dialogar (Conversar) com os Espíritos - Marcelo Henrique Pereira (aqui)
  • O método de Allan Kardec para investigação dos fenômenos mediúnicos - Marcelo Gulão Pimentel - aqui
  • A obra de Kardec e Kardec diante da obra - Hermínio Miranda - Reformador mar/1972 (aqui)
  • Kardec e a codificação do Espiritismo - Astolfo O.de Oliveira Filho (aqui)
  • Kardec, viga-mestre do Espiritismo - Marcelo Henrique Pereira (aqui)
  • A feitura de O Livro dos Espíritos (aqui)
  • Quadro dos Principais Fatos Referentes a Allan Kardec e às Origens do Espiritismo - Silvio Seno Chibeni (aqui)
  • Vídeo: O Livro dos Espíritos - Como ele foi elaborado (aqui)
  • Como foi Codificado o Livro dos Espíritos? (aqui)
  • A estrutura didática de O Livro dos Espíritos - Cosme Massi (aqui)
  • Seminário sobre a Estrutura didática de O Livro dos Espíritos - FEP (aqui)
  • Os expoentes da Codificação (aqui)
  • Os Instrutores da Codificação e o Espírito de Verdade (aqui)
  • As médiuns de Allan Kardec - Canuto de Abreu (aqui)
  • Homenagem aos 100 anos de “O Livro dos Espíritos” - J. H. Pires (aqui)
  • O prefácio de Kardec à segunda edição francesa de O Livro dos Espíritos. Sílvio S. Chibeni (aqui)
  • A Errata do Livro dos Espíritos - Sílvio Seno Chibeni (aqui)
  • A nota aos prolegômenos de O Livro dos Espíritos. Sílvio Seno Chibeni (aqui)
  • Os acréscimentos e modificações na 13ª edição francesa do Livro dos Espíritos. Sílvio Seno Chibeni (aqui
  • Notas históricas e bibliográficas sobre edições francesas de O Livro dos Espíritos - Sílvio Seno Chibeni (aqui)
  • Resgate histórico da 2ª edição de Le livre des Esprits (1ª impressão rara de 1860) (aqui)
  • O nascimento do Espiritismo - A importância de conhecer como foi elaborada a 1a. edição de O LIVRO DOS ESPIRITOS - Wladimyr Sanches - aqui

   


  • ​Veja também informações sobre
  • O LIVRO DOS ESPÍRITOS E SUA TRADIÇÃO HISTÓRICA E LENDÁRIA, de Canuto Abreu (aqui)
  • O LIVRO DOS ESPÍRITOS, de Allan Kardec - Edição da FEB comemorativa dos 150 anos de seu lançamento (aqui)
  • O QUE DESEJAMOS FAZER DO ESPIRITISMO? - Hermínio Miranda [E-book) - [Pequena introdução à Codificação Espírita] - Disponível (aqui)

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LINKOTECA

ARTIGOS E TEXTOS

  • O Espiritismo é uma ciência positiva - Allan Kardec (aqui)
  • Laboratório de Allan Kardec - Evandro Noleto Bezerra (aqui)
  • Por que Allan Kardec? Sílvio S. Chibeni. Reformador Abril/1986 (aqui)
  • Ciência Espírita. Sílvio S. Chibeni. Revista Internacional de Espiritismo Mar-1991 (aqui)
  • O Espiritismo em seu tríplice aspecto: científico, filosófico e religioso. Reformador Ago/Set/Out-2003. Sílvio S. Chibeni . (aqui)
  • A excelência metodológica do Espiritismo. Reformador. Nov/Dez-1988. Sílvio S. Chibeni (aqui)
  • O paradigma espírita. Reformador Junho/1994. Silvio S. Chibeni (aqui)
  • As relações da ciência espírita com as ciências acadêmicas. Silvio Seno Chibeni  (aqui)
  • A Ciência confirma o Espiritismo? Aécio P. Chagas (aqui)
  • As provas científicas. Aécio P. Chagas (aqui)
  • A maior aventura psíquica, em nível de Ciência, de que se tem notícia. Ney da Silva Pinheiro (aqui)
  • Teorias espíritas e rigor científico - Astrid Sayegh (aqui)
  • O Espiritismo é ciência - Angélica dos Santos Simone (aqui)
  • Algumas considerações oportunas sobre a relação Espiritismo-Ciência. Ademir L. Xavier Jr.  (aqui)
  • Metodologia e Critérios utilizados na Codificação Espírita (aqui)
  • A ciência espírita na Codificação - Tadeu Sabóia - (aqui)
  • Ciência, Filosofia ou Religião? Décio Iandoli Jr. (aqui)
  • Construção do conhecimento espírita - Albino A. C. de Novaes (aqui)
  • Metodologia científica, Espiritismo e NEU-RJ - Djalma Argollo (aqui)
  • Conhecimento e verdade - Dalmo Duque dos Santos (aqui)
  • Verticalizar para Enxergar - Dalmo Duque dos Santos (aqui)
  • Preservação do Tríplice Aspecto nas Exposições Doutrinárias - Ricardo di Bernardi (aqui)
  • A Síntese Kardequiana - Maurice Jones (aqui)
  • Perfil da pesquisa acadêmica brasileira com temática espírita. Marco Antonio Figueiredo Milani Filho  - Entrevista Folha Espírita (aqui)
  • Autoridade do Controle Universal dos Ensinamentos dos Espíritos: Autoridade da Doutrina Espírita - Erika Renata Dias de Araújo - (aqui)
  • Controle Universal hoje? - Sérgio Aleixo (aqui)
  • O Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos e a Fastidiosa Arenga Antifebiana - Jorge Luiz Hessen - (aqui)
  • A Mediunidade e a Psicanálise. Sérgio Felipe de Oliveira - Entrevista (aqui)
  • Deus e a nova física - C. B. Imbassahy - Entrevista (aqui)
  • Estudos espíritas científicos (aqui)
  • O Espiritismo é uma Ciência? - Charles Kempf - (aqui)
  • Reflexões sobre uma pseudociência espírita (crítica a um texto CEPA 2012) - Ademir  L. Xavier Jr. (aqui)

CIÊNCIA ESPÍRITA

  FILOSOFIA ESPÍRITA

MEDICINA E ESPIRITUALIDADE

Veja também:

  • Revista Saúde & Espiritualidade - AME/Brasil (aqui)
  • Banco de teses - AME/Brasil (aqui)
  • AME/MG - Curso de Princípios Básicos (aqui)
  • AME/RS - Publicações (aqui)
  • E-book: A natureza imaterial do homem: estudo comparativo do vitalismo homeopático com as principais concepções médicas e filosóficas. Marcos Zulian Teixeira - (aqui)

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BIBLIOTECA DIGITAL

  • Veja obras espíritas disponíveis on-line (aqui)

VIDEOTECA

  • Por que o Espiritismo é Ciência, Filosofia e Religião? Paulo Henrique Wedderhoff (aqui)
  • Espiritismo: Ciência, Filosofia e Religião à Luz do Espiritismo - Divaldo Franco (aqui)
  • A Ciência e as Sessões Espíritas - Documentário BBC - Youtube (aqui)
  • Médiuns e Mediunidade - Dr. Sergio Felipe de Oliveira (aqui)
  • Glândula Pineal - Sérgio Felipe de Oliveira (aqui)

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BIBLIOGRAFIA

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Publicado por ALGuimaraes em 05/01/2016 às 21h46



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