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Qual é a melhor religião?

No Menino-Serelepe, o meu primeiro livro, na passagem intitulada Qual é a melhor religião?, eu conto como se deu minha formação religiosa, e essa narrativa sintetiza o modo desse autor ver as religiões.

Eis o texto:


(...) eu fui criado na religião católica, mas possuía avós kardecistas e tias umbandistas, além do que frequentava a comunidade Protestante que se situava defronte a minha casa.

Desse modo foi que colhi de minha mãe, de minha vó Cema e de toda família dessa uma fé profunda no Catolicismo, no qual fui criado, me casei e batizei os meus três primeiros filhos.

Meu pai, na esteira de meus avós, seguia o Espiritismo, mas nunca pôde praticar, que mãe não aceitava isso. Mas ele permaneceu na sua fé. Assim, pelo ramo de meu pai e de meus avós paternos, desde menino recebi orientação espírita, tomava passes, assistia às sessões domésticas de mediunidade e o Espiritismo se tornou pra mim coisa bastante natural. E, além de tudo isso, ainda havia minhas tias que durante certo tempo frequentaram a Umbanda, sobre a qual acabei me informando e passei a entender os seus ritos e a respeitar as entidades lá cultuadas, que eu sempre fui muito curioso com esses assuntos de religião.

Essa minha formação e criação religiosas que poderiam ter resultado num sincretismo confuso e desorientador, na verdade, me impregnaram de um profundo senso ecumênico e de forte respeito pelas crenças dos outros. E em todas essas crenças com que tive contato, o cerne sempre foi a prática do bem com base nos Evangelhos de Jesus.

Depois do desencarne de meu pai, passei a estudar e frequentar o Espiritismo. E foi em adulto que esse meu sentimento em face das religiões ainda mais se firmou, quando tomei conhecimento da seguinte passagem do Dalai Lama:

 
— Santidade, qual é a melhor religião, perguntaram.

E, quando todos imaginavam que ele responderia que se tratava do budismo tibetano, o sábio mestre respondeu:
 
 A melhor religião é a que te faz melhor: mais humano, mais compassivo, mais amoroso e mais respeitador do teu próximo. Esta é a melhor religião.

  (*) Esta narrativa faz parte do livro Menino-Serelepe - Um antigo menino levado contando vantagem, uma ficção baseada em fatos reais da vida do autor, numa cidadezinha do interior de Minas Gerais, nos anos 1960.

O livro é de autoria de Antônio Lobo Guimarães, pseudônimo com que Antônio Carlos Guimarães (Guima, de Aguinhas) assina a série MEMÓRIAS DE ÁGUINHAS. Veja acima o tópico Livros à Venda.

ALGuimaraes
Enviado por ALGuimaraes em 07/12/2015
Alterado em 15/01/2016


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